sexta-feira, 29 de agosto de 2008

A distribuição da água segundo as regiões brasileiras


A distribuição da água no Brasil não é uniforme e as regiões mais populosas e industrializadas apresentam menor disponibilidade de recursos hídricos. Esse é um dos fatores que obriga o país a adotar um sistema nacional de recursos hídricos, com gestão integrada, tendo a bacia hidrográfica como unidade de gerenciamento.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Existem ou existirão Guerras pela água??

Oxigênio, do carbono e do Sol, com o auxílio dos demais minerais, depende toda a vida, em forma de flora e fauna do Planeta.
Água está presente em todos os organismos vivos e é essencial aos seus metabolismos.
O homem não resiste se privar de água por mais de 48 horas. Logo, ter água para a satisfação das necessidades biológicas é caso de vida para o homem e, nem por isso, ele pára de conspurcá-la.
A guerra pelo petróleo já é uma realidade. Toda vez que os países da OPEP fecham as torneiras é um rebuliço mundial. A economia mundial sofre reflexos de imediato e todos nós sentimos nos bolsos.
Toda vez que há conflitos lá pelas bandas do Golfo Pérsico, os E.U.A. e aliados deslocam suas frotas guerreiras, visando proteger seus tradicionais fornecedores e resguardar seus investimentos na região.
Da mesma forma que o grande filão de petróleo é aquela região, o grande filão de água doce está mesmo é por aqui.
É muito rara a quantidade de água doce total no Planeta, e mais rara aquela que está facilmente retirável para uso, ou seja, em rios, lagos e nos subsolos não muito profundos.
Acontece que 1/5 dessa água doce disponível está na Bacia Amazônica, sendo, portanto, inacessível até para nós brasileiros, proprietários de praticamente toda a Bacia Amazônica e que estamos longe dela.
A floresta é a grande fábrica de água doce, visto que é responsável por grande parte do ciclo das águas doces das chuvas e principalmente pela capacidade de reter a água e fazer com que os lençóis freáticos sejam abastecidos e também os mananciais (rios e lagos).
Se hoje já se pensa em buscar a água doce, considerada inacessível, nas geleiras dos pólos, a um custo exorbitante, chegará a hora em que o mundo, sedento, virá buscar água na Bacia Amazônica e o Brasil, sendo a “OPEP” das águas doces, terá que reforçar suas estratégias para que não seja surpreendido por invasões ou mesmo dominações alienígenas que venham a influenciar em sua soberania territorial.
Não é à toa que é voz mundial que a Floresta Amazônica é intocável. O Mundo sabe da importância dessa intocabilidade, já vendo o futuro, não muito longínqüo.
Enquanto isso, o que temos mesmo que fazer, nós brasileiros, é gerenciar muito bem nossas bacias hidrográficas que estão próximas de nós, a fim de que possamos ter água “guardada” na Bacia Amazônica por muito tempo, como fonte de sobrevivência e quem sabe, como fonte de divisas. Não é assim que os americanos procedem com o petróleo que têm no Alasca, guardando-o como reserva estratégica?

Pois então, a guerra pela água vai começar...

Fonte:http://www.gpca.com.br/gil/art102.htm



A escassez da água potável

Cerca de 1,1 bilhão de pessoas em todo o mundo não têm acesso a água potável. Em alguns paises esse problema aparece relacionado a 80% das mortes e enfermidades. No Século 20, o consumo da água multiplicou-se por seis.
Um total de 26 países sofrem escassez(falta) crônica de água e a previsão é de que em 2025 serão 3,5 bilhões de pessoas em 52 países nessa situação.
A água doce, (potável e de qualidade), está distribuída de forma desigual.


~ A Região Hidrográfica Amazônica abriga sozinha 74% da disponibilidade de água e é habitada por menos de 5% dos brasileiros.


quinta-feira, 10 de julho de 2008

Boas ações na preservação dos recursos hídricos


A preservação dos recursos hídricos é preocupação mundial. A poluição, as mudanças climáticas e o desperdício comprometem a qualidade e a quantidade de água disponível para o consumo. Países como Brasil, Portugal e Espanha tentam criar estratégias de preservação. A preocupação é garantir o percentual mínimo de consumo por pessoa. Representantes de Ongs, universidades e movimentos sociais íbero-americanos defendem a preservação da água e dos ecossistemas. Responsabilidade que está sendo conbrada não apenas do poder público, mas também da população.A Organização das Nações Unidas (ONU) estabelece que uma pessoa necessita de 30 a 40 litros de água por dia, não apenas para beber, mas também para cozinhar alimentos e ter higiene corporal. Mas o observado é que o consumo de pessoas de baixa renda está, muitas vezes, abaixo do determinado. Já a população rica, em alguns países, chega a usar mais de 500 litros diários. Além da má distribuição, outro agravante é que a maior parte da população pobre mora em áreas onde não há saneamento.Segundo a ONU, mais de 1 bilhão de pessoas no mundo não têm acesso a água potável. Para garantir a sobrevivência, elas são obrigadas a consumir água de má qualidade, o que representa muito perigo. De acordo com dados da organização, a cada sete minutos uma pessoa morre vítima de doenças causadas pela água contaminada.
No Brasil, a região mais afetada pela falta acesso à água potável é a Norte. Apesar da grande concentração de rios, faltam estações de tratamento e o abastecimento é dificultado por conta do isolamento de algumas cidades.

Desperdício de água nas grandes cidades

Em várias cidades do Brasil, os mananciais apresentam problemas de poluição e de desperdício de água nas redes de distribuição. A observação é da coordenadora do Instituto Socioambiental (ISA), Marússia Whately.No final do ano passado, o instituto constatou por meio de uma pesquisa que o desperdício de água diário de todas as capitais brasileiras, juntas, seria suficiente para abastecer uma população de 38 milhões de pessoas, por dia. "É praticamente a população da Argentina inteira. Ou seja, a gente perde por dia, antes de chegar à casa dos consumidores, uma quantidade de água muito grande", disse Marússia Whately, em entrevista à Rádio Nacional.Ela ressaltou que, embora o Brasil seja um dos países com maior quantidade de água ? cerca de 12% de água potável ?, a distribuição no território nacional não é adequada. "Tem locais que têm muita gente e pouca água, é o caso de São Paulo, por exemplo".De acordo com a coordenadora do ISA, a capital paulista é uma das cidades brasileiras que já vivem chamado "estresse hídrico". "Nós já temos uma produção de água muito próxima do que se precisa tirar dos mananciais para consumo. Mas, apesar disso, nós temos uma perda de água muito grande", disse, ao destacar que em São Paulo, por exemplo, o desperdício chega a 30%. Esse volume daria para abastecer mais de 4 milhões de pessoas.No ano passado, o ISA lançou a campanha De Olho nos Mananciais, que trabalha pela preservação das fontes de água que abastecem as grandes cidades.Marússia Whately alertou que tanto a população como as concessionárias de serviços públicos têm um papel fundamental na conservação de água.

Interferências humanas no ciclo hidrológico

Durante muito tempo, a água foi considerada um bem livre, devido a sua grande disponibilidade na natureza, sendo renovável em razão do ciclo hidrológico, e passível de estocagem em reservatórios artificiais. A idéia de abundância serviu como suporte à cultura do desperdício, considerando a água como um recurso inesgotável.Apesar de cobrir 70% da superfície do planeta, nem toda a água pode ser aproveitada diretamente pelo homem, pois apenas 0,5% desse total representa água doce explorável sob o ponto de vista tecnológico e econômico, ocasionando um quadro de escassez. Além, dos problemas relacionados à quantidade de água, cheias e estiagens, há de se considerar também a qualidade da água que vem sendo comprometida pelo lançamento de poluentes, impedindo seu uso, por exemplo, para o abastecimento humano.Com o desenvolvimento urbano e o aumento das aglomerações, o homem vem utilizando esse recurso para diversos fins, criando cada vez mais alternativas e condições de usufruir desse bem, mesmo não estando próximo aos corpos d’água, e uma maneira de resolver tal situação foi construindo obras de captação, tratamento, distribuição de água, coleta, tratamento e destinação final adequados dos efluentes gerados, processo é denominado Ciclo do Uso da Água - um ciclo interno, onde a mesma permanece no seu estado líquido, porém suas características são alteradas em função da utilização. Porém, muitas vezes, este ciclo não se apresenta completo, havendo supressão de algumas etapas, o que pode ocasionar uma série de problemas, tanto ambientais quanto à saúde da população, fazendo com que a água deixe de ser um recurso essencial à vida, tornando-se um possível veículo transmissor de doençasDiante deste contexto, percebe-se a necessidade do desenvolvimento de trabalhos e ações voltados para a conservação e recuperação dos recursos hídricos. Dessa forma, o presente trabalho objetivou criar uma animação audiovisual, em forma de desenho animado, enfatizando o Ciclo do Uso da Água, para ser utilizada como ferramenta para a prática em Educação Ambiental.

terça-feira, 8 de julho de 2008

O ciclo hidrológico



A água da Terra - que constitui a hidrosfera - distribui-se por três reservatórios principais: os oceanos, os continentes e a atmosfera, entre os quais existe uma circulação contínua – ciclo da água ou ciclo hidrológico. Este ciclo é responsável pela renovação da água no planeta.
O movimento da água no ciclo hidrológico é mantido pela
energia solar e pela gravidade.
Na atmosfera, o
vapor de água que forma as nuvens pode transformar-se em chuva, neve ou granizo dependendo das condições climatológicas. Essa transformação provoca o fenómeno atmosférico ao qual se chama precipitação.