A pesca de arrasto em águas profundas tem aumentado desde a virada do século, inclusive no Brasil, ameaçando os corais e a biodiversidade marinha. Segundo ao Centro de Biologia Marinha da USP - Universidade de São Paulo, a proibição total dessa prática é o único caminho para preservar espécies espalhadas em mares de 40 países. E o aprofundamento das pesquisas científicas na área pode ser o impulso definitivo para o movimento internacional pela moratória global à pesca de arrasto.
Apesar da pesca ser uma das atividades mais antigas desenvolvidas pelo homem, parece que o tempo de prática ainda não foi suficiente para evitar que ela seja realizada de forma predatória. Levantamentos recentes indicam que hoje a captura indiscriminada mata e desperdiça entre 18 e 40 milhões de toneladas de peixes, tartarugas e mamíferos marinhos todos os anos, o que representa nada mais nada menos do que cerca de um terço de toda a pesca mundial. E um crime contra a natureza.
quarta-feira, 2 de julho de 2008
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